#Freteabusivonão
Para o dia 6 de março, os Correios estão preparando uma entrega que ninguém quer receber: um aumento abusivo no frete que pode chegar a até 51% para compras e vendas realizadas pela internet, impactando um dos poucos setores que registram crescimento contínuo, ano após ano, no Brasil – o comércio eletrônico.
Mas se a inflação do último ano foi em torno de 3%, como pode o aumento da taxa de entrega chegar a ser até dezessete vezes maior? Para dar uma ideia do abuso, este aumento fará o frete brasileiro ser 42% mais caro do que o da Argentina, 160% mais caro do que do México e 282% mais caro do que o da Colômbia (países em que o Mercado Livre também opera).


